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O governador Romeu Zema (Novo) dá início, nesta semana, às despedidas no Palácio Tiradentes. O último ato à frente do estado deve acontecer em 22 de março, um domingo. Na data, ele oficialmente entregará o comando do governo de Minas Gerais ao vice Mateus Simões (PSD) para atender aos prazos da Justiça Eleitoral e se dedicar aos compromissos como pré-candidato à Presidência da República. 

Zema deverá iniciar uma série de visitas às secretarias e órgãos vinculados ao Executivo para fazer uma espécie de despedida junto aos servidores. Apesar do clima de despedida, o governador manterá agendas públicas nas duas próximas semanas na capital e no interior. No dia 22, o governador se despedirá, inicialmente, em uma cerimônia na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), prevista para 10h, que marcará a posse de Simões como governador. Deputados estaduais começaram a receber, na semana passada, um convite do presidente Tadeu Leite (MDB) reservando a data. 

Em seguida, a agenda na Praça da Liberdade tem previsão de ser aberta ao público, onde deve ser feita uma passagem simbólica de bastão, entre Zema e Simões. Na ocasião, há a expectativa de que seja feito um balanço ao público apresentando os feitos tidos como ‘legados’ do governador desde que assumiu o governo em 2019. 

De malas prontas para deixar o governo, Zema tem reafirmado a sua pré-candidatura à Presidência da República, mesmo em meio ao cortejo público do PL em tratá-lo como um potencial candidato a vice na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No dia 1º de março, durante manifestação da direita na Praça da Liberdade, o governador disse enxergar uma ‘soma de forças’ entre as candidaturas dele e do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

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